segunda-feira, 23 de janeiro de 2017
em construção musical
Amor, palavra bonita de dizer,
coisa boa sentir, com você. Amor.
Ah, meu amor, de manhã quando a gente se abraça
Eu me entrego, e um sorriso de graça, eu te dou.
O dia vem cheio,
nossos corres nem sempre perfeitos.
É estudo é labuta é dinheiro,
É família é casa pra arrumar.
Coisa mais linda, tudo é bem mais simples assim,
Tenho você e você tem a mim, para amar.
Segura na mão, nossa força emana ação,
Nossos olhos vão se encontrar, e sorrir.
Vamos no bar, pegar duas pra a gente levar
lá na rede vamos se ajeitar, bem assim.
E conversar, se entender, conhecer, ajudar
Com certeza ali mesmo se amar e dormir.
Coisa mais linda, a gente se completa, combina.
É encontro perfeito, e a sina, é sorrir e comemorar.
Que o amor, ele existe você me mostrou
E é simples, você me ensinou, estou aqui.
Eu venho sambando,
pois sambando você me ganhou
Me olhou, me chamou paquerou,
O samba tem parte neste amor.
Segui meu instinto,
com você eu sei bem meu destino,
sinto forte a beleza de amar
com este samba eu vou eternizar
Coisa mais linda, você é a mulher da minha vida
Ao seu lado eu não nego, eu encaro o que preciso for meu amor.
Vem se deitar, já está tarde vem se aninhar
Nos meus braços eu vou te guardar pra dormir
O dia termina, nossa história mais firme caminha
Entendendo que o melhor do amor é amar.
terça-feira, 29 de novembro de 2016
Sobre janela(s) e vento(s) e alergia(s)
Não leve a mal morena, mas alergia dá esses medos mesmo.
A gente basta ver a foto de um gato, que já coça o nariz.
Passa na televisão uma casa empoeirada e dá aquela sensação "pré-espirro", instantaneamente.
Eu não tinha coragem de deixar a janela do carro abaixar durante uma viagem...
Estrada longa-reta-boa-daquelas de correr mesmo, pisar sem dó no acelerador, sabe?
Acontece que hoje eu ousei sentir o vento, e vim te contar que foi bom!
Abaixei o vidro todo e botei 140 por hora, era noite e eu estava só. Era escuro, e eu estava feliz.
O vento veio forte e certeiro em meu rosto, que acovardado, se inclinaria para baixo.
Mas acontece que hoje eu ousei sentir ele. Todo.
Levantei a cabeça, olhei para frente, e ao contrário do que sempre imaginei, respirei normalmente, e eu sorri, também normalmente.
Meu nariz, ao contrário do que inconscientemente já "previa", não entupiu.
Eu sabia que poderia acontecer isso a qualquer momento, mas eu decidi não levantar mais a janela.
Vento frio.
Vento que levava o ruim embora, deixando uma sensação boa de estar viva.
Vento na cara, peito, cabelo e coração.
Vento gostoso.
Vento pra mim.
Eu dividi com ele a noite, e segui.
Tem coisas na vida que clamam coragem, outras atitudes.
O vento me pede parceria. (Dei a mão)
A gente basta ver a foto de um gato, que já coça o nariz.
Passa na televisão uma casa empoeirada e dá aquela sensação "pré-espirro", instantaneamente.
Eu não tinha coragem de deixar a janela do carro abaixar durante uma viagem...
Estrada longa-reta-boa-daquelas de correr mesmo, pisar sem dó no acelerador, sabe?
Acontece que hoje eu ousei sentir o vento, e vim te contar que foi bom!
Abaixei o vidro todo e botei 140 por hora, era noite e eu estava só. Era escuro, e eu estava feliz.
O vento veio forte e certeiro em meu rosto, que acovardado, se inclinaria para baixo.
Mas acontece que hoje eu ousei sentir ele. Todo.
Levantei a cabeça, olhei para frente, e ao contrário do que sempre imaginei, respirei normalmente, e eu sorri, também normalmente.
Meu nariz, ao contrário do que inconscientemente já "previa", não entupiu.
Eu sabia que poderia acontecer isso a qualquer momento, mas eu decidi não levantar mais a janela.
Vento frio.
Vento que levava o ruim embora, deixando uma sensação boa de estar viva.
Vento na cara, peito, cabelo e coração.
Vento gostoso.
Vento pra mim.
Eu dividi com ele a noite, e segui.
Tem coisas na vida que clamam coragem, outras atitudes.
O vento me pede parceria. (Dei a mão)
Seu olho
Percorria calmamente a parte de trás de meus joelhos com sua língua enquanto eu jurava em voz baixa - tão baixa a ponto de apenas meus pensamentos escutarem - que nunca iria deixá-la, nunca iria me afastar daqueles olhos perfurantes, que abertos iam me gritando tesão, amor e mistério. Tudojunto. Tudo detalhadamente explicado em questão de segundo.
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
toda dela, todo dia
Ela reclama logo cedo desse dia cheio que temos pela frente, me segura mais tempo na cama cobrindo meu rosto de beijos, e com voz de sono, acha ruim essa saudade toda que dá passa quase oito horas sem mim. Faz bico, fecha o olho, me abraça mais forte e nem me vê sorrir suave enquanto a olho admirando seu descabelado. Aquilo tudo que vejo, escuto e sinto a cada manhã me alegra, e meu coração, corpo, alma, tudo, TUDO meu está ali com ela. Com seus sons, corpo, colo, tudo meu está ali com ela.
terça-feira, 26 de julho de 2016
bem assim.
Devido ao retrato do beijo, levada pelo encanto do jeito, eu fui.
Me vi guiada pela força do vento, entregue ao movimento que ele produz.
Foi quando num instinto certeiro, agarrei forte o que ainda não existia,
segurando firme o invisível que ela trazia.
Seu cheiro de vida e sua vida macia, me adoçaram com a intensidade que eu merecia.
E agora... Nossas massagens diárias de almas e de prazer,
seguem uma espécie de cadência ritmada,
uma bonita batucada, bem gostosa de viver.
Que seja doce, meu bem-querer, amanhecer e findar o dia com você.
Que seja lindo menina-flor, nossa vida assim regada a amor.
Me vi guiada pela força do vento, entregue ao movimento que ele produz.
Foi quando num instinto certeiro, agarrei forte o que ainda não existia,
segurando firme o invisível que ela trazia.
Seu cheiro de vida e sua vida macia, me adoçaram com a intensidade que eu merecia.
E agora... Nossas massagens diárias de almas e de prazer,
seguem uma espécie de cadência ritmada,
uma bonita batucada, bem gostosa de viver.
Que seja doce, meu bem-querer, amanhecer e findar o dia com você.
Que seja lindo menina-flor, nossa vida assim regada a amor.
quarta-feira, 30 de março de 2016
menina vento
Menina que roda no vento, que no vento se perde e se encontra, vem rodando e mostrando a força, que carrega sem se dar conta.
Carrega força e leveza em Ca-da pe-da-ço.
Pedaço de corpo. Pedaço de sonho. Pedaço de alma.
Menina que de tantos pedaços, se faz inteira, se faz presente, se faz indiscutivelmente necessária.
ELA FAZ SENTIDO!
E o amor que carrego no peito, é inteiro como ela. Tem o nome dela tatuado na cara, em alto relevo. Ele fala alto e pronuncia o nome dela a todo instante:
- Menina do vento...
- Menina pro vento...
- Menina de vento...
Ventania que bagunça e arruma, soprando paz e aconchego, me tira a palavra medo, me mostra a palavra amor.
Ventania que alimenta o fogo, que alimenta o corpo, que alimenta meu coração... Que fraco de tanto bater, agora recebe com você a possibilidade de... Pulsar! Emanar tudo que ele é capaz de sentir, ampliar a capacidade de sorrir e de oferecer a melhor parte de mim.
Menina do vento. Menina em mim! Ai menina, eu agüento, tudo que há de vir. Se este vir for ao teu lado, se este lado tiver sua mão para juntar na minha e seguir.
Por isso rode, por isso sinta, por isso pense e viva... Os ventos de seus caminhos, os caminhos de sua vida. Sua vida faz todo sentido. Sua história é tão inteira quanto você, tão inteira quanto meu amor por você, Tão inteira quanto o vento que há em você.
Menina... Nesses ventos todos você me rodou também. Me rodou, rodou, e girou tão forte, que me atirou exatamente: De frente pra você. Agora estou aqui. Decididamente, bem aqui! Sentindo o vento, que apesar de agora passar mais lento, é constante e cada vez mais forte, ele me dá um norte e me leva... Com você.
Eu te encaro. E tudo que tenho é seu, tudo que sou é nós, tudo que ofereço é meu melhor, sem fim. Te pedindo com o coração que sopre sempre aqui, que fique sempre assim, aninhada em mim. Eu te amo... Te amo!
domingo, 20 de março de 2016
transa
Aquele corpo... Teso, suado, misturado no meu, aquela buceta, grande,
molhada, esfregada na minha, aqueles olhos, vidrados, abertos,
entrando nos meus. Nossa respiração ofegante ultrapassava o barulho do
som ligado, que saiu da frequencia há um tempo atrás. Eu não conseguia
tirar minhas mãos dos quadris dela, que rebolavam na frequencia
perdida do rádio, na frequencia que ela sabia de cor, na frequencia
dela, uma frequencia louca, desestabilizante, uma frequencia que me
tira do sério. Apertava forte as ancas carnudas e sentia sua bunda em
movimento. O tesão era tão grande que cada mordida que dava nela -
ombro, pesçoço, peito, boca - me rendia gemidos altos, gemidos altos e
finos, agudos! A carne tremia, minha carne e a carne dela, nos
roçávamos forte e ela horas deitava em mim horas sentava, seu rosto
coberto pelos cabelos soltos e crespos, se mostrava de relance e
suava! Suava muito, molhava a gente, molhava aquela quentura que saía
de dentro de nós. Sua boca abria e novamente ouvia aqueles gemidos
agudos e safados. Meti meus dedos nela, entrou fácil, foram sulgados,
era mais quente que nossos corpos e ela sentava forte enquanto me
segurava pelo cabelo. Fica de quatro! Ela obedecia, me dava ousadia,
me fazia sentir poderosa, oferecia o corpo e brincava com o meu ao
mesmo tempo, me virava ao avesso com sua boca aflita. Ficou de quatro
e rebolou, era incansável, a malícia e o desejo que ela carregava
incitava minhas loucuras e minhas taras. Comi gostoso, entrei com a
lingua, com os dedos, com o rosto todo, ela segurou no travesseiro me
deixou saciar. Sua buceta, agora aberta, me serviu... Me ofereceu
generosamente, tome! Comi... Depois sentei nela, meu calor no calor
dela, parei, apertei forte e olhei em seus olhos, que sorriam junto
com a boca, junto com os peitos. Apertei mais, apertei mais. Segurei
as pernas abertas e apertei mais nossas bucetas, balançando devagar no
molhado de nós duas. Gozamos olhando no olho, as duas, juntas, olhando
mais forte que nossos apertos. Ela fechou os olhos e esticou os braços
pra mim, fazendo chamado com as mãos...Vem! Fui. Fiquei entre os
peitos dela, ouvindo as batidas do coração. E ela... Ela ficou em meu
pensamento, em meus devaneios, ela tomou conta de minha cabeça e do
resto do corpo
molhada, esfregada na minha, aqueles olhos, vidrados, abertos,
entrando nos meus. Nossa respiração ofegante ultrapassava o barulho do
som ligado, que saiu da frequencia há um tempo atrás. Eu não conseguia
tirar minhas mãos dos quadris dela, que rebolavam na frequencia
perdida do rádio, na frequencia que ela sabia de cor, na frequencia
dela, uma frequencia louca, desestabilizante, uma frequencia que me
tira do sério. Apertava forte as ancas carnudas e sentia sua bunda em
movimento. O tesão era tão grande que cada mordida que dava nela -
ombro, pesçoço, peito, boca - me rendia gemidos altos, gemidos altos e
finos, agudos! A carne tremia, minha carne e a carne dela, nos
roçávamos forte e ela horas deitava em mim horas sentava, seu rosto
coberto pelos cabelos soltos e crespos, se mostrava de relance e
suava! Suava muito, molhava a gente, molhava aquela quentura que saía
de dentro de nós. Sua boca abria e novamente ouvia aqueles gemidos
agudos e safados. Meti meus dedos nela, entrou fácil, foram sulgados,
era mais quente que nossos corpos e ela sentava forte enquanto me
segurava pelo cabelo. Fica de quatro! Ela obedecia, me dava ousadia,
me fazia sentir poderosa, oferecia o corpo e brincava com o meu ao
mesmo tempo, me virava ao avesso com sua boca aflita. Ficou de quatro
e rebolou, era incansável, a malícia e o desejo que ela carregava
incitava minhas loucuras e minhas taras. Comi gostoso, entrei com a
lingua, com os dedos, com o rosto todo, ela segurou no travesseiro me
deixou saciar. Sua buceta, agora aberta, me serviu... Me ofereceu
generosamente, tome! Comi... Depois sentei nela, meu calor no calor
dela, parei, apertei forte e olhei em seus olhos, que sorriam junto
com a boca, junto com os peitos. Apertei mais, apertei mais. Segurei
as pernas abertas e apertei mais nossas bucetas, balançando devagar no
molhado de nós duas. Gozamos olhando no olho, as duas, juntas, olhando
mais forte que nossos apertos. Ela fechou os olhos e esticou os braços
pra mim, fazendo chamado com as mãos...Vem! Fui. Fiquei entre os
peitos dela, ouvindo as batidas do coração. E ela... Ela ficou em meu
pensamento, em meus devaneios, ela tomou conta de minha cabeça e do
resto do corpo
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